A marcante e histórica desigualdade e baixa representatividade feminina nas ciências Exatas, Engenharias e Computação (ETEC), perpetuada por estereótipos sem embasamento biológico.
O projeto foge da abordagem tradicional estrita das exatas. A intervenção engaja alunas de quatro escolas públicas periféricas (Rio de Janeiro e São Gonçalo) conectando a Estatística com disciplinas do cotidiano e do pensamento crítico: História, Sociologia, Biologia e Português. Inspirado na obra de Daniel Kahneman, o ensino aborda heurística e vieses cognitivos em problemas práticos, como a compreensão de fake news, saúde reprodutiva e desigualdade social.
Além das aulas híbridas semanais, o projeto financia bolsas e promove trabalhos de campo bimestrais (como visitas ao Castelo Mourisco da Fiocruz e ao Museu do Amanhã). Alunas de graduação (Iniciação Científica) atuam como mentoras das alunas do ensino médio, criando um ciclo de inspiração, retenção de talentos e rede de apoio.




Professora
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Iniciação Científica
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